Confira os motivos pelo qual Luxemburgo não pode abrir mão de Rossi

09/11/2019 às 10h37 - FUTEBOL

Rossi viveu altos e baixos neste Campeonato Brasileiro. Após se destacar, o atacante sofreu com uma apendicite que o deixou afastado dos gramados por um mês. Quando voltou, não apresentou o mesmo futebol e acabou sendo criticado, mas a volta por cima não demorou e o jogador se tornou fundamental para o Vasco no returno da competição.

O "Búfalo", como é conhecido, participou simplesmente de 50% dos gols da equipe neste segundo turno, tendo feito dois gols, realizado duas assistências e sendo o responsável pela jogada que culminou no gol contra de Mayke na derrota para o Palmeiras por 2 a 1, na última quarta-feira (6).

Levando em consideração o Campeonato Brasileiro desde seu início, Rossi lidera o número de assistências da equipe (3), de aproveitamento de desarmes (93,5%) e de dribles certos (21). Além disso, o jogador é o segundo com melhor aproveitamento nos cruzamentos (21,6%) e o terceiro em número de finalizações (39).

Até o momento, a equipe tem o mesmo aproveitamento em termos de gols comparando o turno e o returno: 0,8% por jogo.

Permanência em 2020 é difícil

A permanência de Rossi no Vasco para a próxima temporada é considerada bastante difícil. Emprestado pelo Shenzhen, da China, até dezembro deste ano, o atacante, a princípio, só fica em São Januário caso o Cruzmaltino pague sua multa rescisória, considerada fora da realidade do clube.

O Vasco, porém, deverá tentar uma negociação para que jogador seja novamente reemprestado, embora a diretoria saiba que os chineses não são favoráveis à esta nova transação.

Em entrevista ao UOL Esporte em setembro deste ano, Rossi admitiu que o negócio é difícil: "É uma situação difícil, porque o chinês não é fácil de lidar. Meu empréstimo foi muito complicado. Tive que abrir mão de muita grana para vir para cá. Então, vamos conversar até o fim do ano. Tem grande possibilidade de ficar, mas vamos ver", comentou à época.

Fonte: UOL